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7 formas de oferecer educação financeira para adolescentes

A educação financeira é algo fundamental para todas as pessoas. Saber como lidar com suas rendas e gastos é indispensável para alcançar objetivos, cuidar da saúde mental, poder planejar seu futuro e viver de forma tranquila. Embora muitos comecem a se preocupar com dinheiro apenas a partir do momento em que passam a trabalhar, o ideal é que pais e mães eduquem seus filhos sobre finanças desde cedo.

A fim de fazer isso com eficiência, é necessário ter conhecimento sobre educação financeira para adolescentes. Por meio de práticas simples, é possível ensinar jovens a lidar de forma responsável com o dinheiro. Existem dicas e técnicas de finanças que podem ser aplicadas mesmo para quem é muito jovem e não tem uma renda fixa. Neste texto explicamos mais sobre essas práticas. Portanto, acompanhe a leitura!

O que é educação financeira?

Antes de mais nada, é importante compreender no que consiste a educação financeira. Essa é uma prática importante que visa organizar suas finanças para poder tirar melhor proveito delas e evitar possíveis descontroles financeiros. Para que isso seja possível, é necessário compreender melhor como funcionam os produtos financeiros, bem como quais as práticas mais adequadas para alcançar seus objetivos.

Isso não significa que quem busca se educar financeiramente precisa, necessariamente, entender tudo sobre bolsa de valores e ficar atento a cada alteração que ocorre no mercado de finanças. Na verdade, práticas cotidianas bastante simples podem ser adotadas. Essas simples ações podem fazer toda a diferença na organização econômica de cada pessoa. Confira a seguir algumas delas:

  • saber o quanto ganha e o quanto gasta;
  • ter metas e objetivos;
  • fazer reserva de emergência;
  • quitar todas as suas contas;
  • estudar sobre dinheiro.

Compreender o que é educação financeira e qual a importância dela para sua vida é o primeiro passo para poder educar seus filhos a respeito de finanças. Não tem como educar alguém sobre algo que você não entende. Portanto, antes de trabalhar a educação financeira com adolescentes, lembre-se de que é importante que você saiba lidar adequadamente com suas próprias finanças.

Como contribuir para a educação financeira de seus filhos?

Pequenas atitudes e hábitos podem fazer toda a diferença na hora de ensinar alguém a lidar com dinheiro e finanças. Por isso, a seguir listamos 7dicas de educação financeira para jovens e adolescentes. Você perceberá que, com práticas simples, é possível desenvolver o controle e o planejamento financeiro deles. Acompanhe!

1. Ensine a poupar

Primeiramente, é importante ensinar sobre a poupança. Uma prática muito comum e bastante eficiente é dar de presente um cofrinho e estimulá-la. É possível criar certos “jogos” nesse sentido, por exemplo, determinar um prazo para que o cofre seja aberto. Combine uma data para que vocês abram em conjunto e sugira brincar de “adivinhar” quanto dinheiro deve ter guardado, para tornar a educação mais divertida.

2. Dê mesadas ou semanadas

Dar dinheiro aos seus filhos com valor e frequência estipulados pode ser uma boa maneira de fazê-los compreender a dinâmica da relação renda/gastos. De acordo com o educador Álvaro Modernell, o ideal é começar a dar mesadas a partir dos 6, 7 anos de idade, e o valor deve variar de acordo com a situação financeira dos pais. É importante evitar dar um valor muito alto. Além disso, convém pensar quais serão os possíveis gastos, bem como em quanto tempo esses gastos vão acontecer.

3. Anote metas de curto e médio prazo

Com o que gastar seu dinheiro? Essa é uma questão importante e que será fundamental para toda a vida. Por isso, quanto antes for pensada a estratégia de gastos, mais fácil será desenvolvida a capacidade de planejar a poupança. Pergunte ao adolescente o que ele gostaria de fazer com aquele dinheiro, quais desejos ele quer realizar em termos de consumo. A partir da resposta que ele der, será possível pensar em um conjunto estratégias para tornar aquele sonho realidade.

Muitas vezes, pequenas conquistas, como comprar um brinquedo com o próprio dinheiro ou ir ao cinema, são fundamentais para ensinar o valor da poupança. Para isso, você pode criar um caderno em que as metas serão escritas ou até mesmo em que serão desenhados os objetivos que ele estipular. Dessa forma, desde cedo, a compreensão de que é necessário guardar e ter controle para alcançar o que deseja passa a ser trabalhada.

4. Anote ganhos e gastos

Ensinar a ter ciência daquilo que ganha e gasta é fundamental na educação financeira para adolescentes. Mesmo que os valores não sejam altos, compreender ao longo do tempo quanto de dinheiro entra e quanto sai permitirá que, com o tempo, a compreensão das finanças fique mais clara, facilitando a gestão das finanças pessoais e fazendo com que o jovem, aos poucos, pense bem a respeito daquilo em que deseja gastar seu dinheiro.

5. Estimule a leitura e demais estudos sobre finanças

A educação é uma atividade que não tem fim. Nesse sentido, além de auxiliar seus filhos na vida financeira deles, é importante estimulá-los a estudar sobre finanças. Acessando conteúdos em livros, e-books ou até mesmo podcasts e vídeos, eles poderão entrar em contato com conceitos, dicas e posturas a serem tomadas na vida financeira. Mas lembre-se de conhecer os conteúdos que eles consomem para evitar fraudes e golpes.

6. Converse sobre investimentos

Quando perceber certa maturidade com relação à forma como o jovem ou adolescente lida com seu dinheiro, é hora de conversar sobre investimentos e produtos financeiros. Comece explicando como funcionam e quais as opções mais comuns no mercado. Dialogue sobre como os bancos operam, quais os diferentes tipos de conta e por que o dinheiro rende, por exemplo. Assim, aos poucos, ele compreenderá a dinâmica dos investimentos.

7. Aplique a remuneração por tarefas

Um ponto importante da educação financeira é compreender de onde vem o dinheiro. Embora os rendimentos existam, a maior parte do dinheiro é proporcionada pelo trabalho. Portanto, uma forma de educar é combinar certas trocas com seus filhos, “pagando” determinados valores por tarefas domésticas realizadas.

Contudo, tome cuidado: não condicione as tarefas domésticas ao recebimento. É importante que a criança ou o adolescente tenham tarefas de responsabilidade deles (como arrumar a cama ou tirar o lixo) e recebam por “tarefas extras”, como lavar a louça, dar banho no pet, etc.

Trabalhar a educação financeira para adolescentes é uma ótima forma de fazer com que seus filhos cresçam com responsabilidade econômica, o que evita diversos problemas futuros. Como você pôde perceber ao longo do artigo, pequenos gestos e dinâmicas podem fazer toda a diferença nessa educação, que é um processo contínuo e ininterrupto. Mas lembre-se: agir de acordo com o que você ensina é fundamental. Portanto, mais importante do que dizer o que deve ser feito é fazer e demonstrar como funciona. O exemplo é a melhor educação!

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